Biometria facial: idosos enfrentam taxa de erro cinco vezes maior e sofrem com golpes e restrições
A tecnologia de reconhecimento facial, cada vez mais presente em nosso cotidiano, apresenta um desafio significativo para a população idosa. Segundo estudos do NIST, órgão americano equivalente ao Inmetro, a taxa de erros em sistemas de biometria facial pode saltar de 1% entre jovens de 20 anos para até 5% em pessoas com 70 anos ou mais. Essa disparidade, que representa um aumento de cinco vezes nas falhas, tem levado a relatos de idosos com acesso impedido a aplicativos bancários, ao portal Gov.BR e até mesmo a casos de acessos indevidos a suas contas. O problema não se resume à falha na validação, mas também ao
